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MM0036 – Pancada Motor – Transformação e Cura – DJ Tudo e sua gente de todo lugar (2021)                                                                                                                

Sétimo trabalho de DJ Tudo e sua Gente de Todo Lugar, nascido das gravações da cultura brasileira e feito entre 2007 e 2019 em viagens pelo mundo – Brasil e mais 11 países. Deveria ter saído em 2013, mas o “Pancada Motor – Manifesto da Festa” saiu na frente e os dois volumes da série Gaia Música. Em 2019, o disco pode ser finalizado. Pancada Motor é um termo oriundo das tradições alagoanas como o Samba de Matuto, Cambinda, Baianá e Caboclinha, e falam do seu fazer cultural ou de seus ritmos. Aqui esse nome foi expandido para outras culturas e ritmos do Brasil. Transformação e cura são necessidades urgentes para a humanidade e nossa relação com o planeta, precisamos transformar nossa relação com os outros e com a mãe Terra para nossa cura.

Artistas de vários países e diferentes culturas contribuíram. É difícil colocar uma ordem de grandeza e de importância, mas, sem dúvidas, os grupos tradicionais brasileiros foram a inspiração inicial: As Matutinhas do Pontal de Coruripe, A Cambinda Palmeirense de Porto de Pedras, o Maracatu Nação e o Rural de Recife, A Caceteira do Seu Rindu de São Cristóvão, O Terno de Congo 13 de Maio de Goiânia, O Reisado São Miguel de Juazeiro de Norte e o Carimbó Raízes de Coremar de Salinas, a Rainha Dona Neta do Maracatu Cruzeiro do Forte do Recife. Igualmente fundamental é a contribuição de Sérgio Ricardo, lenda da MPB, e a rapper chilena Ana Tijoux que integram a faixa “Terra pra todos”. Da Bélgica, Roland Van Campenhout, Steven de Bruyn, Bart Maris, Tuur Florizoone e David Bovée. Alan Bryden e Stuart Brown, BigTad e o duo Twelfth day Esther e Catriona da Éscocia. De Paris, o guitarrista Stefane Goldman. De Londres, o percussionista Crispin Robinson, Lopa Kotari e Mariana Pinho. Do Rio de Janeiro, os tecladistas Sacha Amback e Marcos Lobato. Lu Dlamini da África do Sul. O baterista Marque Gilmore, gravado em Estocolmo. De Istambul, Turquia o tocador de Zas Murat Ertel, músicos do Rajastão conhecidos em Durban, África do Sul. A cantora de Brasília Ana Soares. De Ljubljana, Eslovénia, o acordeonista Uros e Beth. De São Paulo, meus parceiros de caminhada, a banda Gente de todo lugar, o baterista Gustavo Souza, a percussionista e cantora Rafaella Nepomuceno, o guitarrista Rafael Martinez, os saxofonistas Marcelo Monteiro e Filipe Nader, o trompetista Amílcar Rodrigues e Mestre Nico. Vozes planetárias na faixa “Nietzsche era triste ….” gravadas em muitos países.